sábado, 25 de dezembro de 2010

As coisas passam

E o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

sábado, 18 de dezembro de 2010

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Dizem que a verdade não importa,

e sim o que cada um quer ver. Algumas pessoas precisam dar um passo atrás para descobrirem tudo a sua volta. Outra precisam ver que suas mentiras podem traí-las. Algumas pessoas precisam enxergar que tinham tudo, o tempo todo. E finalmente, há aquelas pessoas que precisam fugir de tudo para não olhar a si mesmas.



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

(...)

Quando dei por mim, já á tinha me tornado uma pessoa fria e sem sentimento algum. Por mais que tudo em minha volta se mostrasse feliz, meu rancor era maior que qualquer coisa. Fiquei implicante, chata e mal-humorada. Sem entender esses risos descontrolados, e inúteis. Essas frases de impacto que nunca salvarão o mundo, essas pessoas que falam de amor como se fosse algo fácil e simples, pessoas que amam pessoas sem nunca terem se visto pessoalmente; amizades falsas e simplesmente por interesse. Enfim, quando dei por mim, fiquei mais critica e seletiva. Agora só desejo que o mundo me entenda; eu não escolhi ser assim, o mundo me tornou assim. Um dia quem sabe meu senso de ridículo vá embora, e eu volte a gostar do mundo como ele é.



terça-feira, 30 de novembro de 2010

Quando você ama,

(...) você se machuca. Quando você se machuca, você odeia. Quando você odeia, você tenta esquecer. Quando você tenta esquecer você começa a sentir falta. E quando você começar a sentir falta.. Você eventualmente se apaixona novamente. Você não sabe que eu sinto o mesmo? Pois nada dura para sempre e nós sabemos que corações podem mudar.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

É assim.

E eu acabei percebendo que o que sempre devo colocar em primeiro lugar sou eu mesma, que é de mim que preciso cuidar em primeiro lugar, que é em mim que devo confiar em primeiro lugar, que é por mim que devo zelar antes de qualquer pessoa, que é em mim que devo pensar antes de qualquer ato, que amar os outros é simples, mas devo me amar antes de qualquer outra pessoa, percebi que é do meu umbigo que preciso cuidar e que é pra ele que devo olhar, percebi que preciso ter meu orgulho, mais que preciso saber abaixar a cabeça quando estiver errada, pois a única pessoa que nunca perderei na minha vida sou eu mesma, além da morte o resto querendo ou não aprendemos a superar!

domingo, 28 de novembro de 2010

30 days.

30 days till Christmas and all I know
Is I'm not quite ready to let go of this past year.


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

sobre o Destino [...]

Acho tudo meio tenso, quando se trata do assunto ‘destino’. Quando não acreditamos nele, nos sentimos culpados por algumas atitudes, mas quando acreditamos, é tudo um pouco mais simples, pq é só dizer :‘ah, se o destino quis assim’ . Mas, pare e pense; quando nós jogamos a culpa no destino, estamos perdendo a chance de pensar, crescer, EVOLUIR !   Por isso eu prefiro pensar que não existe essa coisa chamada ‘destino’, e que os meus atos, são meus, que eu quis assim, e ponto! Mesmo no fundo, sabendo que era para ser assim, e que existe o destino mas não gosto de aceitar ou acreditar nisso, entende ?


como eu disse, ‘é tudo meio tenso’, as vezes nen eu entendo (:

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Coisas Contraditórias,

Eu diria, que é uma das piores coisas.
Contradição, o ato de contradizer as coisas, a insegurança, o medo de errar
talvez o grande erro do ser-humano ?
Mas talvez, nem sempre deixar de arriscar significa um erro, ou pelo menos é o que tentamos acreditar.
Mas e se arriscarmos, o que vai acontecer ? como vai acontecer ? Talvez seja bom, ou ruim.
Pelo menos eu, me sinto muito aliviada a cada vez que me arrisco, mesmo na maioria das vezes quebrando a cara no final de tudo, mas é assim que eu aprendo. Não quero me tornar uma pessoa medrosa, insegura ou algo do tipo.

   Enfim, eu aconselharia para qualquer um ; viva, sinta, sorria, chore e sofra, mas arrisque!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010





Me diga onde foi parar o nosso tempo, E se ele foi bem gasto
Apenas não me deixe adormecer me sentindo vazia novamente
Porque eu temo que posso ceder, E eu temo que não possa aguentar
Esta noite vou deitar e ficar acordada, me sentindo vazia.




                      -                         (Pressure - Paramore)



quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Sou o que se chama de pessoa impulsiva


  Como descrever? Acho que assim:
vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio,
ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: 
às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham,
às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição,
mas de simples infantilidade.
 Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos e até que ponto posso controlá-los.
[...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais:
eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil,
 do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto.
 E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso.
 Não sou madura o bastante ainda.. ou nunca serei. 
Clarice Lispector (:

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Talvez o final feliz seja só seguir em frente.

    Ou talvez o final seja este, saber que apesar das ligações não retornadas
 e todas as mágoas, apesar de todos os erros e sinais mal interpretados,
 apesar de toda dor e constrangimento [...]
     Mas, o que importa é saber que você nunca, nunca perdeu a esperança!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A virada no terceiro ato,

 [...] a declaração de amor, a exceção, a regra,
 Mas às vezes estamos tão concentradas em achar o nosso final feliz que não aprendemos
 à ler os sinais. Como distinguir entre os que nos querem e os que não nos querem,
 Distinguir entre os que vão ficar e os que vão partir,
 E talvez esse final não inclua um cara maravilhoso.
 Talvez dependa de você, Talvez esteja por sua conta,
 juntando os pedaços e recomeçando (:


quinta-feira, 29 de julho de 2010

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E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente 
Para mim, isso acontece o tempo todo.