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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Sou o que se chama de pessoa impulsiva


  Como descrever? Acho que assim:
vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio,
ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: 
às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham,
às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição,
mas de simples infantilidade.
 Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos e até que ponto posso controlá-los.
[...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente?
Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta?
E também tenho medo de tornar-me adulta demais:
eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil,
 do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto.
 E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso.
 Não sou madura o bastante ainda.. ou nunca serei. 
Clarice Lispector (:

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Talvez o final feliz seja só seguir em frente.

    Ou talvez o final seja este, saber que apesar das ligações não retornadas
 e todas as mágoas, apesar de todos os erros e sinais mal interpretados,
 apesar de toda dor e constrangimento [...]
     Mas, o que importa é saber que você nunca, nunca perdeu a esperança!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

A virada no terceiro ato,

 [...] a declaração de amor, a exceção, a regra,
 Mas às vezes estamos tão concentradas em achar o nosso final feliz que não aprendemos
 à ler os sinais. Como distinguir entre os que nos querem e os que não nos querem,
 Distinguir entre os que vão ficar e os que vão partir,
 E talvez esse final não inclua um cara maravilhoso.
 Talvez dependa de você, Talvez esteja por sua conta,
 juntando os pedaços e recomeçando (:


quinta-feira, 29 de julho de 2010

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E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente 
Para mim, isso acontece o tempo todo.